Bem Vindo!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Subsídio Litúrgico


V DOMINGO DO TEMPO COMUM –ANO B - 05/02/2012

“Louvai a Deus porque Ele é bom e conforta os corações!
Celebrar a Eucaristia à luz do sofrimento do povo: esse é o desafio que a liturgia deste domingo apresenta. O sofrimento é humano e faz parte da vida e nunca aos olhos do verdadeiro cristão deve ser visto como um castigo divino. É com sentimento de esperança, confiança e fé nos momentos de dores, que a Igreja convida os celebrantes a adorar “Deus Criador”, contemplando e reconhecendo silenciosamente a bondade divina em Cristo, que assume com paixão as dores da humanidade e manifesta misericórdia a homens e mulheres. "Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim" (Evangelho). — Passando nas comunidades fazendo o bem, Jesus é servo dos pequenos, doentes e sofredores e com seu exemplo, ensina a todos de boa vontade como agir, tomar os doentes pela mão e ajudá-los a se levantar (Evangelho).  Assim também, com gestos e ações (1ª leitura), Jó evidência a realidade sofrida do ser humano e reconhece a sabedoria do Criador, e não fecha os olhos para a grandeza de Deus; “porque Ele é bom e conforta os corações” (Salmo). “Ai de mim se eu não pregar o Evangelho!” (2ª leitura). Tarefa confiada a todos os discípulos e discípulas, e que não confere títulos de glória e nem privilégios.  

Sugestões práticas:

Ornamentação: um arranjo de cactus florido é um forte símbolo que expressa dor e sofrimento, mas que em Cristo alcança um sentido de vida que floresce.

Liturgia da Palavra: onde for possível; terminada a homilia, toma-se um vaso com algum tipo de óleo medicinal e os ministros se colocam em pontos diferentes da Igreja, e as pessoas que desejarem se aproximam para a unção. Canto: “Eu vim para que todos tenham vida...”.  

Preces: elevar ao Pai súplicas na intenção dos irmãos e irmãs que sofrem e de quem vive diariamente em contato com a dor e o sofrimento.

Ofertório: convidar representantes da pastoral da saúde ou agentes comunitários da área da saúde para participar. 

Obs: dia 11 de fevereiro celebraremos o dia do enfermo.

Assessoria Litúrgica da Forania de Ponte Nova.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Subsídio Litúrgico - IV Domingo do Tempo Comum - 29/01/2012



“Eu sei quem tu és: Tu és o Santo de Deus”.

A 1ª leitura de hoje nos dá o sentido condutor para a leitura do trecho evangélico deste domingo: Moises diz que o Senhor fará surgir do meio do povo um profeta como ele, a quem devemos escutar. “O que queres de nós, viestes para nos destruir? Eu sei quem tu és: Tu és o Santo de Deus”. Jesus é aquele que veio destruiu o mal, a pessoa escolhida e enviada pelo Pai para libertar as pessoas. A Galiléia, lugar dos marginalizados, vai descobrindo que chegou para ela a Boa Noticia do Reino de Deus que é vida para o que dela foram privados. Ele é o Messias libertador que, com a sua vida, sua Palavra, gestos e ações, vem propor ao ser humano um projeto de liberdade e de vida em abundancia. No evangelho, vemos Jesus entrar na sinagoga de Cafarnaum, em um sábado, praticar a caridade e ensinar com a autoridade de quem vive para Deus e segundo Deus, de acordo com a Lei do amor ao próximo, como nos diz a Oração do Dia de hoje: “Concedei-nos, Senhor nosso Deus, adorar-vos de todo coração, e amar todas as pessoas com verdadeira caridade”. O salmo 94 nos convida a ouvir a “voz do Senhor”, voz que nos fala não só nas Escrituras, mas também os acontecimentos da vida. Como estamos procurando ouvir “a voz do Senhor” em nossa vida? E quanto a nos fazer mais livres, mais disponíveis para servir a Deus e à Igreja, como nos recorda hoje a 2ª leitura? Em uma época em que se buscam cada vez mais o ter, aqueles que escolhem caminhar sob o horizonte do Evangelho podem causar estranheza. É preciso lembrar que grandes profetas e uma infinidade de discípulos e discípulas ao longo da historia, no seguimento de Jesus, abriram mão, livremente, de seus interesses pessoais por amor de algo ainda maior: O Reino de Deus.

SUGESTÕES PRÁTICAS
►No lugar do Ato Penitencial, a aspersão recordará a vocação régia, sacerdotal e profética de todo povo de Deus. Ex.de monição: Irmãos e irmãs, pelo batismo, Deus nos tomou para si e fez de nós um povo sacerdotal, real e profético. Recordemos esse santo dia!
►Oração Eucarística VI-C, “Jesus, caminho para o Pai”, ajudará a clarear a conexão entre mesa da Palavra e mesa da Eucaristia.

                                                                                      Assessoria Litúrgica da Forania de Ponte Nova.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

SUBSÍDIO DE FORMAÇÃO PARA EQUIPES DE LITURGIA E PARA LEITORES E LEITORAS


Prezados párocos, administradores paroquiais, coordenadores paroquiais de Liturgia e membros do ministério de leitores.

Saudações em Cristo!

Após quase 50 anos do Concílio Vaticano II e, consequentemente, da promulgação da Sacrosanctum Concilium e da Dei Verbum, constatamos em nossas comunidades muitos sinais da vivacidade e eficácia da Palavra de Deus, ação constante do Espírito Santo no seio da Igreja.   Tudo isso, nos incentiva a continuarmos o trabalho de formação litúrgica em nossas comunidades.
Considerando que o Projeto Arquidiocesano de Evangelização (PAE), para o ano de 2012, no eixo da formação apresenta a comunidade de fé centrada na Palavra e, posteriormente, a comunidade eucarística, geradora de comunhão, vamos implementar, para este ano de 2012 a formação litúrgica no eixo da Palavra, acolhendo as contribuições da Dei Verbum e, posteriormente, em 2013, trabalharemos a temática eucarística, apresentando as contribuições da Sacrosanctum Concilium, por ocasião dos seus 50 anos de promulgação.
Sendo assim, a Comissão Arquidiocesana de Liturgia, oferecerá às paróquias um subsídio litúrgico, a partir de fevereiro, com o título: “A Palavra de Deus na Liturgia” – Vol. 1, o qual tem como objetivo oferecer sólida formação sobre a Liturgia da Palavra e formar e aperfeiçoar atuais e futuros leitores, de tal maneira que, ouvindo uma leitura bíblica bem proclamada e um Salmo bem recitado ou cantado, o povo de Deus possa sentir e experimentar Deus se comunicando com a assembléia.
Os destinatários deste material são as equipes de liturgia paroquiais, bem como todas as pessoas que, nas igrejas, exercem o ministério de leitor ou salmista, e também para as pessoas que se encaminham para assumir este ministério em sua comunidade.
            Este primeiro volume é composto de 6 capítulos que podem ser estudados mensalmente, na reunião paroquial de liturgia, bem como nas comunidades e também  nas reuniões mensais onde já existe o ministério da Palavra ou se pretende criá-lo. No segundo semestre o volume 2 será lançado, completando as reflexões sobre a Liturgia da Palavra. Serão tratados no primeiro volume: noções sobre a Liturgia da Igreja; a compreensão da Revelação de Deus, que passa pela Escritura Sagrada; o sentido teológico-litúrgico da proclamação da Palavra de Deus na Liturgia; orientações litúrgicas relacionadas à liturgia da Palavra e orientações para proclamar bem a Palavra (postura do corpo, impostação de voz, dicção, espiritualidade, uso do microfone etc.).
Tal subsídio enriquecerá as reuniões paroquiais de liturgia e estabelecerá uma unidade no trabalho de formação.  Os temas estudados neste subsídio serão trabalhados também nos encontros regionais e arquidiocesano.
O valor do livro será aproximadamente R$ 2,00. Solicitamos que sua paróquia faça um levantamento de quantos subsídios serão necessários. Favor entrar em contato com os responsáveis da dimensão litúrgica de sua região, via secretaria regional de pastoral, até 13 de janeiro. São responsáveis pelas regiões: leste: Maria Antônia Rosa; oeste: Tereza Cristina Leal; centro: Diác. Werques; norte: Raquel Cardoso; sul: Marcos.  Será impresso na Gráfica e Editora Dom Viçoso apenas o número exato de livros pedidos. Desde já contamos com sua participação e apoio para esse projeto.



Pe. Geraldo Dias Buziani
Coordenador Arquidiocesano de Liturgia

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

SOLENIDADE DE SANTA MARIA - MÃE DE DEUS

Exulta, filha de Sião!

 A Igreja convida a contemplar Maria na experiência de sua divina maternidade. A Palavra focaliza o Filho. Os pobres encontram Jesus e sabem ver e discernir a Salvação de Deus na simplicidade de Maria, José e o recém-nascido. A meditação de Maria é a atitude da Igreja-Mãe, que guarda e interioriza o Mistério Pascal, que investe na vida interior como Projeto de Vida, através da meditação. O louvor dos pastores é anúncio do Mistério Pascal que provoca a conversão.Lucas salienta o rito da imposição do nome: Jesus (salvação). O nome indicava a missão que a pessoa iria desenvolver no meio do povo da Aliança. A 1a leitura traz a bênção do povo judaico no ano novo. Jesus é a bênção de Deus que salva com a colaboração de Maria. A fecundidade divina que gerou o Verbo divino no seio da Virgem Maria é bênção de esperança para toda pessoa que busca ardentemente um sentido para sua vida. Na 2ª leitura Paulo diz que somos filhos(as) e herdeiros(as) de Deus, não mais escravos, podendo clamar como Jesus:  “Abba!”. No salmo 67 pedimos bênção para que a sua salvação chegue a todas as nações. No início de um novo tempo da história do mundo e da história pessoal de cada um, Maria é modelo de quem acredita na vida, vencendo a morte e a escravidão, destruindo o medo e as inseguranças. Ela ensina como inserir-se na história e como dar sentido ao tempo histórico de cada pessoa. Com Maria, crescemos na consciência de que a salvação só é possível dentro de uma comunidade que aceita o Projeto de Deus a partir dos pobres e excluídos.

SUGESTÕES PRÁTICAS

- Espaço celebrativo: dispor um ícone de Maria. A melhor opção é a imagem em que ela aparece como “trono” para o Cristo, “entregando” ou “apresentando” o Filho.  As imagens em que ela aparece trazendo Jesus nos braços nem sempre informam a teologia da maternidade.
- Para abrir a liturgia da Palavra: “Virgem que sabe ouvir”.
- Abraço da Paz: dançar com a Bandeira da Paz, enquanto as pessoas se saúdam.
- Final: saudação a Maria, com queima de incenso e canto apropriado.
- A “Bênção de Aarão”, proposta no Missal para o Tempo Comum, é uma boa escolha, porque coincide com a 1a leitura.

                                                                                           Assessoria Litúrgica Forania de Ponte Nova

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Subsídio Litúrgico - Natal do Senhor

“Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria.”

Por meio do nascimento de Jesus em Belém, na Judéia, no tempo do imperador romano César Augusto, Lucas situa a história da salvação no contexto da história humana. José, descendente de Davi, vai com sua esposa Maria, grávida, a Belém, para recenseamento. Como não havia lugar para eles na hospedaria, Jesus nasce na extrema pobreza. Aos pastores, nômades pobres e discriminados, o anjo do Senhor anuncia a grande alegria: Hoje nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor. O sinal dessa boa notícia é um menino recém-nascido, envolto em faixas e deitado numa manjedoura. A multidão de anjos canta os louvores que expressam o sentido salvífico do nascimento do Messias Salvador: a glória de Deus nas alturas, e, na terra, a paz, o shalom, que consiste na plenitude de bens, e felicidade. Esse cântico dos anjos é a aclamação messiânica de Jesus como Príncipe da Paz. (1a leitura). O povo de Israel, no norte, encontra-se na escuridão da morte, sobretudo, por causa da opressão e violência do império assírio. Mas é iluminado pela esperança do nascimento de um filho de estirpe real, que será mais sábio que Salomão e mais forte que Davi para estabelecer a paz, o direito e a justiça. A luz brilhou de modo especial pela vinda de Cristo, que revelou a salvação de Deus a toda a humanidade, como evidencia a segunda leitura. Jesus nasce em nosso meio, oferecendo-nos a plenitude da vida e da paz, que nos impele a reconhecer os sinais libertadores da sua graça e bondade. Como o salmista, cantemos ao Senhor um canto novo porque hoje nasceu para nós o Salvador, para governar o mundo com justiça.

Sugestões práticas

 -O ambiente seja marcado pela alegria, pela festa e, principalmente, pela simplicidade.
- Além do presépio, simples, artístico, que ajude a contemplar o jeito que Deus escolheu nascer entre nós, não esquecer o Círio Pascal compondo o espaço celebrativo. Para a missa do “Dia”, sugerimos dispor de um espaço dentro do presépio onde colocar o Evangeliário, como símbolo vivo da Palavra que se fez carne (se fez gente) e habitou entre nós. A simplicidade do presépio foi o primeiro local dessa habitação divina.
-Logo após o sentido litúrgico e antes da bênção do presépio (opcional), o salmista poderá cantar o Precônio Natalino (também conhecido como Kalendas)
Ao terminar o sentido litúrgico, com a igreja na penumbra, fazer a entrada da imagem do Menino Jesus. (é um momento solene e poético!), em procissão, por um grupo de crianças ou jovens, levando velas ou pequenas lanternas acesas que, ao serem movimentadas com uma dança, criam um efeito especial, acompanhado de uma canção bem alegre. Ele é depositado no presépio, e o padre dirige-se, então, para lá e o abençoa. Depois, as luzes podem ser acesas e o padre convida a assembléia a cantar o Hino de Louvor.
-Procissão das oferendas: crianças. As maiores levam as oferendas, as menores levam flores.
- Depois da oração “pós comunhão” sugerimos a procissão do Menino Jesus, Maria e José. Pode também acontecer uma declamação, uma coreografia ou canção tradicional da comunidade. Nossa sugestão: “Noite Feliz”.

                                                                               Assessoria Litúrgica da Forania de Ponte Nova

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Subsidio Litúrgico IV Domingo do Advento


“Permaneça firme na fé!”

A celebração desse Domingo é como um ponto de chegada que ilumina a celebração do Natal com a luz da fé; ensina-nos que fé é atitude, é decisão, é acolhimento do projeto divino. As leituras evidenciam essa fé como acolhimento de quem se compromete, em termos de Aliança, com o projeto divino (1ª leit/Evang).  Isso está evidente na distinção entre o projeto de Davi e o projeto divino (1ª leit). Davi tinha um projeto pessoal de colocar Deus num templo (1ª leit). Deus lhe faz saber que é ele, Deus, quem construirá um templo. O acolhimento do projeto divino é ainda mais evidente em Maria, a Mãe de Jesus. Mesmo consagrando sua vida a Deus, Maria, também tinha seu projeto de casar com José. Mas, Deus lhe propõe outro projeto, de ser a Mãe de seu Filho e ela, pela fé, acolhe o projeto divino, fazendo-se serva, servidora de Deus (Evang). Paulo faz uma leitura teológica da fé como confiança através da obediência (2ª leit). Obedecer, significa “ouvir”, “acolher a orientação de alguém”; por isso, obediência só é obediência enquanto ato livre, traduzido em acolhimento e confiança. A fé é impulso para peregrinar, para se desinstalar de seguranças, provocando o sair de si para buscar Deus e colocando-se a serviço do projeto divino. Sem fé não se pode celebrar o Natal. 


SUGESTÕES PRÁTICAS

► Continuar seguindo as orientações de sobriedade deste tempo litúrgico
► Rito de acendimento da vela. Preparar a manjedoura com um suporte dentro da mesma para segurar a vela acesa. Jovem recita o texto. Concluída a recitação, canta-se a canção: Salve Maria, enquanto entra a mulher grávida levando a manjedoura, acompanhada de seu marido, vão até a coroa e acendem a 4ª vela.
Jovem: Um dia, no Antigo Testamento, há milhares de anos de nossos dias, o Rei Davi quis construir um grande templo para Deus. Ele que morava num palácio de cedro não se conformava que Deus habitasse numa simples tenda de nômades. Mas, Deus não aceitou aquela proposta de Davi e, em vez de um grande templo, escolheu morar no seio de uma mulher grávida. È assim que a luz divina brilhou entre nós: o seio da Virgem Maria se fez casa de Deus e sua luz brilhou numa manjedoura simples e pobre.
► Lembramos que embora neste domingo a figura de Maria, a Mãe do Senhor, seja marcante, o enfoque da celebração da Igreja é sempre cristocêntrico.
Resposta da prece cantada: “Vem, vem com tua luz, ó Senhor Jesus!” ou
convidar a assembleia para cantar, em dialogo com o coro ou solista, a Litania do Advento; Informar que, no Domingo em que a Igreja recorda o “ventre que deu flor”, reconhecendo-a como ícone da Igreja, nós também recordaremos aqueles e aquelas que fizeram a voz do Verbo ressoar, que se tornaram “cumprimento” da Palavra de Deus mediante sua vida e trabalho. A litania é cantada normalmente. Quando chegar á expressão final: “Entre nós... Dentro de nós...”, repete-se três ou quatro vezes. Em seguida, a equipe estende a melodia com um vocalize em “u”. Enquanto isso, faz-se a leitura dos nomes daqueles e daquelas que foram “cumprimento” da Palavra de Deus em nossos tempo. Exemplo: Dom Oscar Homero, Dom Luciano... (para conseguir a melodia gravada, mp3, site:www.calbh.com.br)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Encontro da Província


Representantes da Pastoral Litúrgica das quatro dioceses da Província Eclesiástica de Mariana se reuniram no Seminário Diocesano Nossa Senhora do Rosário, em Caratinga, nos dias 14 e 15 de novembro, para avaliar o Fórum de Liturgia do Regional Leste II, que aconteceu em Belo Horizonte em setembro. Além disso,  estudaram e planejaram o ano de 2012.
O encontro se iniciou na segunda-feira, 14, com o jantar, seguido, às 19 h, de uma animada celebração preparada pela equipe de Caratinga, na qual os participantes foram acolhidos. Logo após, cada participante teve a oportunidade de falar sobre as oficinas do Fórum de Liturgia: Música Litúrgica, Espaço Litúrgico e Ministérios Leigos. A avaliação foi muito boa. Partilharam ainda os pontos mais importantes das oficinas, destacando a importância de cada uma delas na vida da Igreja.
A terça-feira foi reservada para estudo e planejamento. Logo pela manhã, padre José Geraldo de Gouvêa, mestre em Sagradas Escrituras, orientou o estudo do evangelho de Marcos, na perspectiva litúrgica do ano B. Após o estudo, foram feitas as devidas comunicações da Província, pelos coordenadorers padre Geraldo Buziani e padre Ademilson Tadeu Quirino.

Planejamento
Entre as atividades propostas para 2012, estão:
  • Estudo do tema: Liturgia, epifania da Palavra de Deus na SC e nos Documentos Latino-americanos; 23 e 24 de abril, em João Monlevade.
  • 15 e 16 de novembro, em Governador Valadares, avaliação do Encontro do regional, estudo e planejamento do ano de 2013.